Uma semana, totalmente sóbrio limpo, ‘’reabilitado’’ infeliz como o cão que, arrasta o cu na grama, Sofro com lapsos de memórias que, Espancam a minha consciência Como nos Goodfellas, chute na cara, Até virar carne moída O telefone não para de tocar, Rita e Carlos querem saber como eu estou, Eu os digo que vou […]

 
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O mesmo bar, atormentado pelas faces conhecidas Conhecidos aqueles que, nem mais nem menos do que a pura, indiferença E ao meio da dança efervescente do cachorro engarrafado, se via naquele espelho, Os olhos caídos, contornados pelo negrume das noites mal dormidas Pobre era ele, só por existir, embebido do elixir da tristeza Salvar-se jamais […]

 
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plantado frente a folha, sentia a vida lhe fugir, os dedos desprezavam a velha naturalidade, que sempre fora, alternativa a… Mas agora, onde foram, onde fora? Os cantos, em retalhos em cima da cama Rimbaud, ria em sua temporada no inferno Tateou o vento, o corvo necrófago, com pedaços de Poe E Ginsberg uivava poesia, […]

 
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Eu olhava no espelho e via aquele rosto. Um rosto desgastado, Desgraçado, Desiludido, Decadente, Desprovido de beleza , de decência, de bondade, de vida. Meu corpo, era só pele velha, ossos fracos, sangue negro, gordura e cerveja. Minha mente era fodida, pensamentos suicidas, ideias destorcidas, pelo álcool e pela vida. Eu estava velho, tudo era […]

 
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