CAPITULO UM Em uma cidade, que não muito tempo depois seria chamada de Cidade Fantasma, numa sala cuja localização era considerada conhecimento proibido, um homem e uma mulher estavam sentados frente a frente, separados por uma mesa. Ela era uma mulher atraente, mas parecia cansada, não tanto fisicamente, mas animicamente. A sala era iluminada apenas […]

 
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Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/o-demonio-do-sobrado CAPITULO II O fato é que, no meio daquela chuvarada, um relâmpago riscou os céus atrás da casa e eu tive a impressão de ver, sobre o telhado desta, a figura de um homem equilibrado, meio agachado, como se me observasse lá de cima, tal qual um abutre. Também acompanhou […]

 
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CONTO ORIGINAL I O delegado olhou novamente para os dois jovens que estavam diante dele. Já vira jovens ainda mais novos fazerem coisas horrendas. Já vira crianças ou quase crianças cometerem verdadeiras atrocidades. Avaliou os dois por alguns momentos, ponderando a ideia. Não. Definitivamente não. Aqueles dois não tinham nada a ver com isso. O […]

 
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Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/noites-de-sangue-noites-de-insonia-7 CAPITULO VIII – FIM Ocorre em certas regiões do Brasil a lenda do Papa-Figo. Um homem acometido por um mal incurável, algumas vezes referido como lepra, que, para manter-se saudável, recorre à ingestão de fígados de crianças pequenas. Em algumas narrativas o próprio homem se encarrega de capturar as crianças. […]

 
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Link do capítulo anterior – http://pulpstories.com.br/luiz-hasse/noites-de-sangue-noites-de-insonia-6/ CAPITULO VII Privado de seu veículo, o monstro tinha que improvisar. Caminhou pela rua por algumas horas até achar a pessoa certa. Teria sido difícil, se ele não soubesse farejar tão bem. Ele a encontrou na saída de uma academia de ginástica. O suor ainda podia ser sentido sobre a […]

 
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Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/noites-de-sangue-noites-de-insonia-5  CAPITULO VI A casa estava silenciosa. Luzes apagadas e um ar de tranquilidade, contrastando com o movimento constante da rua do centro em que estava localizada. Era uma casa de dois andares, mas a casa, propriamente dita, se localizava no andar superior, de madeira. A garagem de alvenaria ocupava todo […]

 
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