Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/a-visitante-na-casa-velha-4 CAPITULO CINCO – O FIM No mesmo instante, um clarão me cegou os olhos enquanto alguém se levantava no escuro. Havia uma lanterna apontada para meus olhos. Eles haviam entrado na casa, fossem quem fossem. A estranha, atrás de mim, empurrou-me violentamente para a frente. Projetei-me tropeçando, meio cego, enquanto […]

 
Ler mais →

Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/a-visitante-na-casa-velha-3 CAPITULO QUATRO Acordei assustado, como se despertado por um grito ou som repentino. Havia uma coisa ao meu lado. Uma coisa com pelos, garras, cascos e chifre, com um mover-se felino, asas coriáceas entrevistas nas costas. Não lhe via o rosto, só os olhos brilhantes e selvagens. Ela marcou […]

 
Ler mais →

Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/a-visitante-na-casa-velha-2 CAPITULO TRÊS Lá embaixo, eu tateara no escuro em busca de objetos que eu sabia que já estavam lá. Encontrara uma lanterna, cuja luz eu fiz o melhor que pude para não alcançar as pequenas janelas no alto das frias e úmidas paredes de pedra e colocara a moça sobre […]

 
Ler mais →

Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/a-visitante-na-casa-velha CAPITULO DOIS Acordei caído sobre a relva, fora da trilha. Levantei, enquanto as lembranças das últimas horas voltavam, e coloquei a mão na cabeça. Não parecia haver nenhum dano sério, só dor. E então veio o medo. Alguém me acertara por trás. Ali, onde todos nos sentíamos seguros. Apavorei-me ao […]

 
Ler mais →

CAPITULO UM Éramos três amigos: Júlio, Mateus e eu. E, na noite em que essa história começa, havíamos ido para a Casa Velha. A Casa Velha era como chamávamos a antiga casa da família de Júlio, o mais abastado de nós três. Não porque fosse uma edificação histórica ou porque estivesse em más condições, mas […]

 
Ler mais →

CAPITULO DEZ Passavam das seis e meia da manhã, eu e Napoleão, caminhávamos em passos largos em direção da suposta residência da usurpadora. Vieram-me alguns pensamentos estranhos na cabeça. Em um deles Napoleão arrancava os olhos da garçonete gostosona. E cada vez que olhava para Napoleão, ele me dava aquele leve sorriso sádico. Tinha certeza […]

 
Ler mais →