Então, como vim parar aqui? Escorado nessa parede úmida de concreto e areia, enxergando poucos palmos de luz… Luzes alaranjadas, luzes dos postes, que dançam, aos meus olhos ébrios… Um cigarro na boca e seis na carteira, meu corpo não responde, posso estar morto, há muito tempo, devo estar… Tudo acontece, entre uma hora e […]

 
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