O mesmo bar, atormentado pelas faces conhecidas Conhecidos aqueles que, nem mais nem menos do que a pura, indiferença E ao meio da dança efervescente do cachorro engarrafado, se via naquele espelho, Os olhos caídos, contornados pelo negrume das noites mal dormidas Pobre era ele, só por existir, embebido do elixir da tristeza Salvar-se jamais […]

 
Ler mais →