Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/dancando-nas-trevas-do-fim-ao-comeco-2   III Os cabelos dele estavam curtos e acinzentados quando ele saiu. E a inatividade e as  drogas  o fizeram ganhar peso. Palidez e olheiras fundas. Seus pais o aguardavam de carro. Voltaram para o apartamento.   – Meus pôsteres! – disse ele. Não tinha mais raiva pra sentir. Só […]

 
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Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/dancando-nas-trevas-do-fim-ao-comeco II – Você tem que entender que isso são delírios.   – Mas por que?   – Porque você não é um detetive.   – Eu descubro coisas. Eu descobri que a professora estava passando as respostas para…   – Isso não faz diferença, Julio. Você não tem autoridade para […]

 
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I   Júlio olhou para o homem sentado na sua cadeira de detetive. Tinha uma lembrança dele mais jovem. Mas também não sabia quanto tempo fazia. Ele viera a caráter. Negro e vermelho. E tinha uma aparência gasta. Cansada.   – Câncer –  disse o recém-chegado – eu sempre pensei que fosse ser alguma coisa […]

 
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Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…ques/romance-gotico-3 IV – FIM O despertar foi súbito. Súbito como nenhum despertar poderia ser. Não havia lembrança de sonho, como acontecera para ele, nem mesmo aquele vago torpor que há logo após o sono, mesmo para os que tem mais prontidão ao acordar. Era como se ela sempre tivesse estado ali, […]

 
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Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…s/planeta-primitivo-2 III – Fim E então Andro compreendeu, sem que lhe explicassem, porque não havia mulheres nem entre os funcionários e nem entre os soldados. Se os gronkas eram de fato tão super protetores com suas fêmeas, havia a chance de confundirem uma humana com uma delas. As implicações eram perigosas. […]

 
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