Eu sirvo uísque de milho na xícara de café
E as palavras veem aos montes,
Na maioria das vezes desconexas,
Com a realidade, as vezes entre elas
Bato as teclas elas respondem
Nunca foi difícil,
Nunca foi fácil,
Sigo na máquina, sigo na poesia,
Talvez dê tempo de partir para um conto
Mas é provável que eu durma sobre as folhas
Às vezes o uísque acaba e a inspiração também
Música country, melodias pesadas, tristes
Talvez eu escreva uma também…
Escuto Tenesse Whiskey
E bebo um uísque do Tenesse,
Paradoxo, coincidência, ou falta de opção,
Sem gelo…
O uísque é doce e isso não me agrada,
mas foi só o que me restou
pra essa noite.

 

Poema de: Vinícius Prestes – facebook.com/profile.php

CURTA NOSSA PÁGINA – facebook.com/pulpstoriesbr