O desalinhar de linhas os condenavam a seguir
Sempre o pior dos caminhos
O caminho da dor
O caminho do vinho
Dos cigarros
Da morte iminente
Nos próximos curtos, anos
O desalinhar das linhas os trarão o amor
E o amor alinhara seus caminhos
Até que a eternidade jurada
Seja quebrada, pelo ser assim
De ambos
Que
Morrerão empalados
Pelas linhas do destino
E das crenças inelutáveis
Que correm-lhes até o melancólico
Fim.

 

Poema de: Vinícius Prestes