De noite, de noite
O silêncio desfeito no vento
Que sopra nos ouvidos surdos
Do que dorme e sonha sonhos
De escuridão e prata
Onde há mistério e há lugar
Para o que sonha
Noite maternal
Noite de medo
De voar sem asas e ver
Novos ângulos de ruas conhecidas
E tudo ser tão natural quanto deve ser
Até que o sonhador desperte e mundo
Deixe de fazer sentido de novo

Texto de: Luiz Hasse
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