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CAPITULO VINTE QUATRO

Não era Horácio Geisebel. Era um corpo escultural. Um rosto como já mais tinha visto. Um verdadeiro anjo. Cheio de luz e de curvas.

– Não estou entendendo nada. Eu invoquei o anjo gordo. Eae apareceu você. Pode me explicar o que está acontecendo aqui?

Aquela escultura viva de beleza apenas ria ao olhar minha cara cheia de dúvidas.

– Me chamo Hanna. Sou prima daquele idiota do Geisebel. Como sempre, ele está encrencado e pediu para que viesse auxilia lo Sombra Negra. – Falou aquele anjo com a voz mais suave que já havia escutado em minha vida.

– Então quer dizer que o anjo gordo aprontou novamente. Puts grila. Aquele gordo idiota vai me deixar na mão.

Escutei um barulho de um pigarrear e aquela voz suave falou:

– Hein! Eu estou aqui. E vim justamente para isso.

– Ok! Desculpe. É que estou acostumado com o anjo gordo. E nunca imaginaria que uma….

– Uma mulher anjo lhe ajudaria. É isso que está falando não é pistoleiro?

– Me desculpe mais uma vez. Não tenho um bom trato com a parte feminina da galáxia.

– Ok. Sombra Negra. Mas, querendo ou não, estou aqui. É o que você tem para momento. Então trate de me falar logo o que precisa, antes que eu me irrite e te deixe na mão de verdade.

– Calma senhorita. De maneira alguma eu quis ofende lá. Espero que recebas minhas sinceras desculpas. Sem dúvida sua presença e muito mais agradável que a de Geisebel.

Eu nunca confiei muito em mulheres, mas como ela havia falado, era ela ou nada. Não estava em um momento favorável para esnobar qualquer tipo de ajuda necessária.

– Está Ok. Vou lhe falar o que preciso então senhorita anjo Hanna. Estou muito machucado devido à última batalha. Necessito curar minhas feridas o mais rápido possível. E de transporte para voltar ao encalço de Hogar. Preciso acabar com essa missão o mais rápido possível.

O anjo me olhou com uma cara de pouco interesse pelo que acabara de falar e disse:

– Então é isso que você quer Sombra? Sabe que terá uma consequência por isso.

– Qual seria a consequência?

– Isso só pagando para ver. – Respondeu o anjo com uma cara sarcástica.

– Ok. Eu aceito. Pode faze lo.

– Se é o que quer, considere feito pistoleiro negro. – Disse o anjo sorrindo e causando uma espécie de vórtex temporal, sugando me como um aspirador de pó.

Aquela criatura perfeita sumira de minha frente, gargalhando como nunca tinha visto alguém antes.

Em poucos segundos, encontrava me em cima de um trem em movimento.  Meu estado era perfeito, sem ferimento algum. Olhando a minha frente, uma enorme figura, passava longe de dois metros de altura, de costas para mim, observando o horizonte. Era ele mesmo. O tirano sanguinário. Realmente, Hanna é bem mais eficiente que o anjo gordo. Só espero não ter que dar um braço por isso.

Texto de: Mauricio Prestes

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