Certa vez pensei em fugir para longe.
Emergir de meu estado psíquico comum. 
Nunca gostei de atuações apagadas.
Sempre vivi em busca de sentimentos verdadeiros.
Odeio casar com a ilusão.
Talvez um dia encontrarei o raro.
Aquilo que poderíamos encontrar na esquina, na banquinha de cachorro quente.
Entre livros e travesseiros sigo minha rotina.
A música pulsa forte em minha mente.
A bebida me ajuda.
Hoje posso dizer que entendo as tartarugas.
O caminho é curto, por que apressa-lo?

Sinto-me bem.

Acho que nunca saberei.
Na verdade ninguém sabe.
Apenas me faça as perguntas.
Eu já sei as respostas…

Texto de: Mauricio Prestes

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