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CAPITULO VINTE UM

– Acho que chegou a hora de cortar essa sua enorme língua. Dessa vez não darei chances Jared.

Puxei minha sacola a tira colo, e saquei dela uma pequena invenção que tia Corina havia feito algum tempo atrás. Era uma espécie de pequeno robô. Tia Corina me explicou, que se ativasse ele com o poder de meu olho ciclope, seria muito útil em uma batalha. Fiz como ele, o que ela havia me orientado. Joguei o mini robô no chão. O mesmo caiu igual um pedaço de lata velha. Não se mexeu um milímetro se quer.  Nesse momento Jared preparava se para o próximo ataque. Eu ainda lidando com a porcaria daquela robô miniatura.

Esfreguei meu olho ciclope com força, e concentrei me o máximo possível para ativar ele ao nível máximo. Quando olhei novamente para Jared, o linguarudo já jogara todas as suas línguas. O chumbo quente começou a comer com força em minha direção. Puta que pariu! Que porcaria de robô esse. A poucos segundos de meu coro vira peneira, e nada dessa arma ativar.

Antes que a tonelada de chumbo me atingisse em cheio, pulei o mais alto que pude para tentar me livrar dos danos que seriam fatais. O filho da mãe do linguarudo, com uma rapidez impressionante girou todas suas armas em minha direção novamente. Mais uma vez, como misseis tele guiados, a munição do linguarudo cortava o ar como fogo querendo acertar meu rabo. Dessa vez não iria conseguir me livrar de todos os disparos. Certamente seria atingido. Teria que torcer para não ser pego em uma região vital, se não, estaria ferrado.

Prestes a ser atingido novamente, um escudo de metal se botou a minha frente, e absorveu todas as balas destinada a mim. Puta que pariu! Era a porra do robô miniatura. Agora ele estava gigante. Era uma réplica perfeita minha em forma de robô. Claro que totalmente desengonçado e sem minha beleza. Quando me senti em terra firme novamente, a porra do robô caiu como uma bala ao meu lado. Caralho! Agora tia Corina havia se superado. Um robô clone. Se um Sombra Negra já é quase imbatível, imagine dois. Obrigado tia Corina…Estamos na batalha novamente… Agora você está ferrado linguarudo…

Texto de: Mauricio Prestes

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