Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/dancando-nas-trevas-do-fim-ao-comeco-5 VI HERDEIRO DE FORTUNA ASSASSINADO NA SAÍDA DA ESCOLA FAMÍLIA INCONSOLÁVEL   Dizia ali a manchete no bar. Que ia amarelando aos poucos.   Os cabelos dele, que de negros iam a raspados e agora eram apenas penugem, ajudavam a completar a imagem de bebê chorão. Junto com o nariz […]

 
Ler mais →

Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/dancando-nas-trevas-do-fim-ao-comeco-4 V Dá pra acreditar? Quando paramos no próximo posto, ela ria.   – A cara dele! A cara de pavor dele! Meu pai fazia bem igual! Hahahahaha!   – É, doutora. Assim é todo o homem que pensava que era valente até ver a morte estampada no rosto de outro. […]

 
Ler mais →

Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/dancando-nas-trevas-do-fim-ao-comeco II – Você tem que entender que isso são delírios.   – Mas por que?   – Porque você não é um detetive.   – Eu descubro coisas. Eu descobri que a professora estava passando as respostas para…   – Isso não faz diferença, Julio. Você não tem autoridade para […]

 
Ler mais →

I   Júlio olhou para o homem sentado na sua cadeira de detetive. Tinha uma lembrança dele mais jovem. Mas também não sabia quanto tempo fazia. Ele viera a caráter. Negro e vermelho. E tinha uma aparência gasta. Cansada.   – Câncer –  disse o recém-chegado – eu sempre pensei que fosse ser alguma coisa […]

 
Ler mais →

Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…ques/romance-gotico-3 IV – FIM O despertar foi súbito. Súbito como nenhum despertar poderia ser. Não havia lembrança de sonho, como acontecera para ele, nem mesmo aquele vago torpor que há logo após o sono, mesmo para os que tem mais prontidão ao acordar. Era como se ela sempre tivesse estado ali, […]

 
Ler mais →

Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…tos/planeta-primitivo II A estação de mineração era mais animada que a base. Havia ainda menos gente lá, não mais que vinte funcionários, divididos entre burocratas e supervisores, mas pelo menos havia movimento ao redor do prédio quadrangular. Um enorme descampado no meio da selva repleto de buracos semelhantes a gigantescas tocas […]

 
Ler mais →

Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/poor-little-rich-boy-7 Capítulo VIII – Fim Contrariando as expectativas o menino me esperava no banco de trás do carro, ao lado de meu novo motorista. Certos serviços é bom fazer com o carro dos outros. Eu pensava que era um menino inteligente, porque, se fosse eu, teria raspado dali com ele. Mas […]

 
Ler mais →

Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/poor-little-rich-boy-6 Capítulo VII Djou estava com o menino na frente. Segurava uma faca na sua garganta, puxando os cabelos para expô-la melhor. Matilda estava atrás. Segurava a pistola. Estavam seminus. Não era difícil imaginar o que ele interrompera. Pareciam ter vinte anos cada um dos sequestradores. Julio já estava com sua […]

 
Ler mais →