O mesmo bar, atormentado pelas faces conhecidas Conhecidos aqueles que, nem mais nem menos do que a pura, indiferença E ao meio da dança efervescente do cachorro engarrafado, se via naquele espelho, Os olhos caídos, contornados pelo negrume das noites mal dormidas Pobre era ele, só por existir, embebido do elixir da tristeza Salvar-se jamais […]

 
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No fim da rua há um bar… frequentado pelas almas miseráveis desse bairro pobre… Os donos desse bar, não falam nossa língua mesmo se falassem, não nos responderiam, apenas nos servem, uísque, gin, vodca, cerveja e vinho… Nos servem até desmaiarmos, Depois roubam nossas carteiras e nos arrastam para os fundos, Nos jogam no beco, […]

 
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