Júlio olhou para o homem sentado na sua cadeira de detetive. Tinha uma lembrança dele mais jovem. Mas também não sabia quanto tempo fazia. Ele viera a caráter. Negro e vermelho. E tinha uma aparência gasta. Cansada.   – Câncer –  disse o recém-chegado – eu sempre pensei que fosse ser alguma coisa envolvendo faca […]

 
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Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/dancando-nas-trevas-do-fim-ao-comeco-5 VI HERDEIRO DE FORTUNA ASSASSINADO NA SAÍDA DA ESCOLA FAMÍLIA INCONSOLÁVEL   Dizia ali a manchete no bar. Que ia amarelando aos poucos.   Os cabelos dele, que de negros iam a raspados e agora eram apenas penugem, ajudavam a completar a imagem de bebê chorão. Junto com o nariz […]

 
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Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/dancando-nas-trevas-do-fim-ao-comeco-4 V Dá pra acreditar? Quando paramos no próximo posto, ela ria.   – A cara dele! A cara de pavor dele! Meu pai fazia bem igual! Hahahahaha!   – É, doutora. Assim é todo o homem que pensava que era valente até ver a morte estampada no rosto de outro. […]

 
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Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/dancando-nas-trevas-do-fim-ao-comeco-3 IV Toda história começa em algum lugar. A minha começa, se eu tiver que colocar um sinal, na saída de uma escola. Eu ainda estava de folga. Tinha mais uns dias antes de voltar as aulas. Andara doente. Longo tempo em hospitais e exames dolorosos. Tratamentos caros. Recuperava a saúde. […]

 
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Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/dancando-nas-trevas-do-fim-ao-comeco-2   III Os cabelos dele estavam curtos e acinzentados quando ele saiu. E a inatividade e as  drogas  o fizeram ganhar peso. Palidez e olheiras fundas. Seus pais o aguardavam de carro. Voltaram para o apartamento.   – Meus pôsteres! – disse ele. Não tinha mais raiva pra sentir. Só […]

 
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Link do capítulo anterior – pulpstories.com.br/…/dancando-nas-trevas-do-fim-ao-comeco II – Você tem que entender que isso são delírios.   – Mas por que?   – Porque você não é um detetive.   – Eu descubro coisas. Eu descobri que a professora estava passando as respostas para…   – Isso não faz diferença, Julio. Você não tem autoridade para […]

 
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I   Júlio olhou para o homem sentado na sua cadeira de detetive. Tinha uma lembrança dele mais jovem. Mas também não sabia quanto tempo fazia. Ele viera a caráter. Negro e vermelho. E tinha uma aparência gasta. Cansada.   – Câncer –  disse o recém-chegado – eu sempre pensei que fosse ser alguma coisa […]

 
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